COMÉRCIO EXTERIOR
Salvador Sícoli Filho - 31/12/08
O balanço de 2008 deixa à mostra os números e inúmeros desacertos da política de comércio exterior brasileira.
Envolvendo-se com países de baixa relevância no fluxo de trocas mercantis, o país sofreu ao longo do ano alguns revezes fruto da voluntariedade e afoiteza de seus dirigentes.
Perdão de dívidas nas tertúlias de viagens a países longínquos.
Perdas com a Venezuela e a Bolívia que deixaram à mostra o despreparo e a pouca firmeza de nossos negociadores nas questões envolvendo óleo e gás.
O episódio do Equador que impôs um forfait nos pagamentos a empresa brasileira construtora de hidrelétrica - que aqui no país nos faltaram - e ao BNDES, pródigo em emprestar a países de sombrio desempenho. Talvez na esperança de granjear apoio para pretensões nos organismos internacionais do presidente.
Para culminar, enquanto o Sr. Inácio comprava helicópteros dos russos, estes em monumental crise, reduziam drasticamente as compras de carne suína e de frango dos brasileiros, privilegiando americanos e outros produtores e impondo ao país o primeiro retrocesso em anos dos volumes exportados no segmento.
Sem dúvida está faltando um melhor aconselhamento e descortínio nos dirigentes e na atuação errática do Itamaraty.
Não seria caso para o Sargento Garcia vociferar e até gesticular?
Salvador Sícoli Filho

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